Revendedora de Roupas Pode Ser MEI? Sacoleira, Brechó e Pop-up

Empreendedora asiática-brasileira sorrindo com sacolas de roupas ao registrar seu negócio como revendedora MEI

Atualizado em 29/09/2026

Você Revende Roupas, Faz Bazares e Ainda Não Tem CNPJ?

Sim, revendedora de roupas pode ser MEI — e isso vale para sacoleira, brechó, pop-up e vendas pelas redes sociais, desde que o faturamento não ultrapasse R$ 81.000 por ano. O registro é gratuito, feito pelo Portal do Empreendedor, e dá CNPJ, possibilidade de emitir nota fiscal e cobertura do INSS, com benefícios como aposentadoria por idade e salário-maternidade.

Você acorda cedo, organiza as peças, responde mensagens no WhatsApp, monta arara em bazar no fim de semana e ainda acha tempo para fotografar tudo para o Instagram. Você trabalha de verdade. Mas sem CNPJ, muitos fornecedores não vendem para você no preço de atacado, e algumas clientes ainda ficam com aquele pé atrás na hora de fechar a compra.

Formalizar o negócio de revenda de roupas como MEI é um processo objetivo. O MEI é a categoria para quem vende por conta própria, tem um volume de vendas que cabe dentro do limite anual e quer ter uma vida profissional mais organizada e protegida.

Neste artigo você vai entender se a sua situação específica, seja como sacoleira, brechó, pop-up ou revendedora de catálogo, se encaixa no MEI, qual CNAE usar, como emitir nota fiscal e o que precisa fazer para sair do rascunho para o CNPJ ativo.


Revendedora de Roupas Pode Ser MEI?

A resposta é sim. Revendedora de roupas pode ser MEI. O governo federal incluiu o comércio varejista de roupas e acessórios na lista de atividades permitidas para o Microempreendedor Individual. Isso significa que você pode abrir seu CNPJ como MEI se:

  • Revender roupas novas ou usadas no varejo
  • Trabalhar sozinha, sem sócias e sem funcionárias com carteira assinada (exceto uma, que pode ter)
  • Faturar até R$ 81.000 por ano (cerca de R$ 6.750 por mês em média; no ano de abertura, o limite é R$ 6.750 multiplicado pelo número de meses de atividade)
  • Não ser sócia, titular ou administradora de outra empresa

Se você se encaixa nessas condições, pode abrir o MEI pelo Portal do Empreendedor, no site gov.br, de forma gratuita e sem burocracia.

Mas e se eu revender para outras revendedoras, não para o consumidor final?

Aqui está um detalhe importante que muitas pessoas confundem. O MEI de comércio varejista é para quem vende diretamente para a pessoa que vai usar a roupa, ou seja, o consumidor final. Se você compra roupas de uma fábrica e revende para outras revendedoras (comércio atacadista), a situação muda e você precisaria verificar outro tipo de enquadramento com uma contadora. Para quem revende para clientes individuais, o MEI de comércio varejista é o enquadramento previsto no Anexo XI da Resolução CGSN 140/2018.


A Diferença Entre Revendedora e Prestadora de Serviço

Antes de escolher o CNAE certo, é importante entender em qual categoria você se encaixa.

Revendedora de mercadoria: você compra roupas prontas de um fornecedor e revende para suas clientes. Você não faz a roupa, não altera, não personaliza de forma significativa. Você simplesmente compra e vende. Esse é o modelo da sacoleira, da revendedora de catálogo, da loja de brechó e da pop-up de moda.

Prestadora de serviço: você faz algo para a cliente usando sua habilidade. Uma costureira que faz ajustes, uma estilista que cria peças sob medida ou uma pessoa que personaliza roupas com bordado estão prestando serviço.

A diferença importa porque o CNAE vai ser diferente, a nota fiscal é diferente (NF-e para mercadoria, NFS-e para serviço) e o valor do DAS também muda: no comércio entra R$ 1,00 de ICMS e no serviço entra R$ 5,00 de ISS, além da parte do INSS. O limite de faturamento é o mesmo nos dois casos: R$ 81.000 por ano. Se você revende sem fazer modificações significativas nas peças, você é revendedora de mercadoria e os CNAEs que listamos abaixo são os certos para você.


Qual CNAE Usar para Revendedora de Roupas MEI

O CNAE é o código que identifica qual tipo de atividade econômica o seu negócio faz. Para revendedora de roupas, os principais CNAEs permitidos no MEI são:

CNAE 4781-4/00 — Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios

Este é o CNAE principal para quem vende roupas novas. Na lista oficial do MEI (Anexo XI da Resolução CGSN 140/2018), a ocupação ligada a ele se chama “Comerciante de artigos do vestuário e acessórios independente”. Ele cobre:

  • Roupas femininas, masculinas e infantis
  • Acessórios do vestuário (cintos, lenços, cachecóis, chapéus, bonés, meias)
  • Lingerie e moda íntima
  • Moda praia

Se você é sacoleira, revendedora MEI de catálogo, pop-up de moda ou vende roupas novas pelas redes sociais, esse é quase sempre o CNAE correto para você.

CNAE 4785-7/99 — Comércio varejista de outros artigos usados

Este é o CNAE para brechó: quem vende roupas e acessórios de segunda mão. Na lista oficial do MEI, a ocupação ligada a ele se chama “Comerciante de artigos usados independente”. Se você revende peças usadas, recebidas por doação, compradas em brechós maiores ou de coleções pessoais, use este código.

Posso ter mais de um CNAE?

Sim. O MEI permite ter uma ocupação principal e até 15 ocupações secundárias. Se você vende roupas novas e também tem um cantinho de brechó no seu bazar, pode incluir os dois CNAEs no seu cadastro. Artigos de viagem e bolsas (4782-2/02), calçados (4782-2/01), suvenires e bijuterias (4789-0/01) e artigos esportivos (4763-6/02) têm ocupações próprias na lista do MEI e também podem entrar como secundárias. Verifique sempre a lista atualizada no Portal do Empreendedor, pois os CNAEs permitidos para MEI são revisados periodicamente.


Sacoleira Pode Ser MEI?

Sim, sacoleira pode ser MEI. A sacoleira é exatamente o modelo de negócio que o MEI de comércio varejista de vestuário foi feito para contemplar. Você compra roupas no atacado ou de fornecedores, leva para as clientes, vende pessoalmente ou pelo WhatsApp, e recebe o dinheiro. Isso é comércio varejista.

Com o CNPJ de MEI, a sacoleira passa a ter CNPJ, o que é exigido por alguns fornecedores para venda no preço de atacado. Com o CNPJ, ela também pode emitir nota fiscal para clientes que pedem comprovante e vender para pequenas empresas e órgãos públicos.

O que muda na prática para a sacoleira MEI?

  • Você passa a ter CNPJ ativo
  • Pode comprar de fornecedores atacadistas com nota fiscal de entrada
  • Pode emitir nota fiscal para as clientes (obrigatória quando a compradora tem CNPJ; dispensada para pessoa física, salvo se a cliente pedir)
  • Paga um boleto mensal fixo (o DAS-MEI) com valores que variam conforme a atividade
  • Contribui para o INSS e passa a ter cobertura de benefícios como aposentadoria por idade, auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e salário-maternidade, cumprida a carência de cada um

Em 2026, o DAS-MEI de comércio é de R$ 82,05 por mês: R$ 81,05 de INSS (5% do salário mínimo de R$ 1.621) mais R$ 1,00 de ICMS. Se o cadastro também tiver uma ocupação de serviço, entram mais R$ 5,00 de ISS (total de R$ 87,05). O valor muda todo ano, junto com o salário mínimo.


Brechó Pode Ser MEI?

Sim, brechó pode ser MEI. Quem vende roupas usadas tem o CNAE 4785-7/99 disponível na lista do MEI. Esse código cobre o comércio varejista de artigos usados em geral, o que inclui roupas, calçados, bolsas e acessórios de segunda mão.

Seja físico, seja online pelo Instagram ou TikTok, o brechó pode ser formalizado como MEI, na ocupação “Comerciante de artigos usados independente”.

Brechó online também pode ser MEI?

Sim. Se você vende roupas usadas pelo Instagram, Enjoei, Shopee ou qualquer outra plataforma online, pode ser MEI normalmente. O MEI não distingue se a venda é física ou digital. O que importa é a atividade (revenda de artigos usados) e o faturamento total, que deve permanecer dentro do limite anual.

Posso comprar roupas em brechós maiores e revender?

Sim. Essa é uma prática comum: comprar peças em brechós, feiras ou bazares e revender com uma margem de lucro. Como MEI, você pode fazer isso normalmente. Guarde todos os comprovantes de compra para ter controle do seu custo e do seu lucro real.


Revendedora MEI ruiva mostrando peça de roupa para cliente em brechó

Pop-up Store e Feiras de Moda: Como Funciona Como MEI

A pop-up store é uma loja temporária que aparece em eventos, galerias, centros comerciais ou espaços alugados por alguns dias. As feiras de moda e bazares seguem a mesma lógica. É uma das formas de vender fora do ambiente online.

Como MEI, você pode participar de pop-ups e feiras normalmente. Alguns pontos importantes:

Nota fiscal: em feiras organizadas, os organizadores costumam pedir que as participantes sejam MEI ou tenham CNPJ para emitir nota fiscal.

Aluguel do espaço: o valor do aluguel da sua baia ou espaço na feira é um custo do seu negócio. Guarde o comprovante de pagamento para controle financeiro, mas não precisa de nota fiscal do espaço para funcionar.

Limite de faturamento: o valor que você vende nas feiras conta para o seu faturamento anual de MEI. Se você participa de muitos eventos e o volume de vendas for alto, fique de olho para não ultrapassar o limite de R$ 81.000 por ano.

Pagamentos: como MEI, você pode receber por Pix, cartão, dinheiro e qualquer outro meio. Não existe restrição quanto à forma de recebimento.


Como Emitir Nota Fiscal Sendo Revendedora MEI

Com a nota fiscal, a revendedora MEI pode vender para empresas e participar de licitações.

A nota fiscal de venda de mercadorias é a NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), ligada à Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do estado. Não confunda com NFS-e (Nota Fiscal de Serviço), que é para quem presta serviços. Pela Resolução CGSN 140/2018 (art. 106, § 1º, III), a MEI não é obrigada a usar a nota eletrônica nas vendas de mercadoria, a não ser que o estado exija e ofereça sistema gratuito. Quem não fez o credenciamento de NF-e pode emitir nota fiscal avulsa no site da SEFAZ, com login e senha.

Como emitir nota fiscal como revendedora MEI

  1. Faça o credenciamento como emissora de NF-e na Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do seu estado (para a NF-e é preciso certificado digital)
  2. Escolha um emissor de NF-e: o Sebrae oferece um emissor gratuito e online, que vale para todo o país
  3. Preencha os dados da venda: descrição da mercadoria, quantidade, valor e dados da compradora
  4. Emita e envie o arquivo XML e o DANFE (o documento impresso da nota) para a cliente

As regras de credenciamento e de nota avulsa são definidas pela Secretaria da Fazenda (SEFAZ) de cada estado. A página de Nota Fiscal do Portal do Empreendedor reúne os links dos emissores.

Toda venda precisa de nota fiscal?

Não. Na venda para consumidora pessoa física, a MEI está dispensada de emitir nota fiscal, a não ser que a cliente peça (Código de Defesa do Consumidor). Na venda para empresa com CNPJ, a nota é obrigatória, exceto quando a própria empresa compradora emite a nota fiscal de entrada. A regra está no art. 106 da Resolução CGSN 140/2018.


Limite de Faturamento: R$ 81.000 por Ano — O Que Isso Significa na Prática

O limite de faturamento do MEI é de R$ 81.000 por ano. Isso equivale a uma média de R$ 6.750 por mês. Mas como isso funciona para quem revende roupas?

O faturamento é o valor total das suas vendas, não o lucro. Se você vendeu R$ 10.000 em roupas durante um mês, o seu faturamento daquele mês foi R$ 10.000, mesmo que você tenha pago R$ 7.000 pelas mercadorias e ficado com R$ 3.000 de lucro.

Faturamento e lucro são valores diferentes. Uma forma de acompanhar isso é anotar mês a mês:

  • Quanto você comprou de mercadoria (custo)
  • Quanto você vendeu (faturamento)
  • A diferença entre os dois (lucro bruto)

Ultrapassar R$ 81.000 no ano leva ao desenquadramento do MEI. As regras para quem passa até 20% do limite e para quem passa mais de 20% estão nas perguntas frequentes abaixo.

Quanto R$ 81.000 por ano representa em mercadoria?

Imagine que você compra roupas por R$ 30 e vende por R$ 60 (o dobro do preço de custo). Para faturar R$ 81.000 por ano, você precisaria vender cerca de 1.350 peças no ano, ou aproximadamente 112 peças por mês. Esse é um volume de referência para uma sacoleira ou revendedora de brechó com atendimento regular.

Se a sua margem for menor ou maior, os números mudam. Acompanhar o faturamento mensalmente mostra onde você está em relação ao limite.


Tabela: Sacoleira, Brechó e Pop-up como MEI

Tipo de negócioCNAE principalTipo de vendaEmite nota fiscal
Sacoleira (roupas novas)4781-4/00Varejo presencial/WhatsAppNF-e (mercadoria)
Brechó (roupas usadas)4785-7/99Varejo físico/onlineNF-e (mercadoria)
Pop-up / feira de moda4781-4/00Varejo em eventosNF-e (mercadoria)
Revendedora online (novas)4781-4/00Redes sociais/marketplacesNF-e (mercadoria)
Revendedora de catálogo4781-4/00Varejo presencial/digitalNF-e (mercadoria)

Checklist para Começar como Revendedora MEI

Se você já decidiu que quer abrir o seu MEI, siga esses passos:

  • [ ] Acesse o Portal do Empreendedor em gov.br/mei
  • [ ] Tenha uma conta gov.br com nível prata ou ouro (é com ela que você entra no Portal do Empreendedor)
  • [ ] Escolha a ocupação correta para o seu tipo de negócio; o CNAE vem ligado a ela (veja a tabela acima)
  • [ ] Informe o endereço do seu negócio (pode ser sua casa)
  • [ ] Conclua o cadastro e salve o CNPJ gerado
  • [ ] Abra uma conta bancária em nome do CNPJ (ou use contas digitais para MEI gratuitas)
  • [ ] Se for emitir NF-e, faça o credenciamento na Secretaria da Fazenda (SEFAZ) do seu estado
  • [ ] Configure o pagamento mensal do DAS-MEI (pode ser agendado no app ou banco)
  • [ ] Separe uma planilha ou caderninho para controlar entradas e saídas mensalmente
  • [ ] Confira as obrigações específicas do seu município para venda em feiras ou espaço físico

Para entender tudo sobre o MEI de forma completa, leia o Guia Completo do MEI para Mulheres, que cobre desde a abertura até a gestão do negócio.


Perguntas Frequentes

Revendedora MEI loira fotografando roupas com smartphone para venda online

Revendedora de roupas usadas e novas ao mesmo tempo pode ser MEI?

Sim. Você pode ter os dois CNAEs no seu MEI: o de comércio varejista de vestuário (roupas novas) e o de artigos usados (roupas de segunda mão). O que importa é que o faturamento total de ambas as atividades juntas não ultrapasse R$ 81.000 por ano.

Posso revender roupas pelo Instagram sendo MEI?

Sim. Vender pelo Instagram, TikTok Shop, WhatsApp, Shopee, Mercado Livre ou qualquer outra plataforma digital é permitido para MEI. A forma de venda, se presencial ou online, não altera o seu enquadramento. O faturamento total de todas as vendas, em qualquer canal, deve ser controlado para não ultrapassar o limite anual.

Preciso de nota fiscal para participar de feiras e bazares?

Não existe uma regra única. Cada feira ou evento tem suas próprias exigências. Algumas feiras pedem que as expositoras tenham CNPJ e emitam nota fiscal. Outras não exigem.

Posso ter uma funcionária sendo MEI revendedora de roupas?

Sim. O MEI permite contratar até uma funcionária com carteira assinada, que receba um salário mínimo ou o piso da categoria. Se você precisar de mais de uma funcionária, o MEI não é o enquadramento adequado, e é preciso abrir uma empresa de outro tipo.

O que acontece se eu ultrapassar o limite de R$ 81.000 no MEI?

Se o faturamento passar de R$ 81.000 em até 20% (ou seja, até R$ 97.200 no ano), o desenquadramento do MEI vale a partir de 1º de janeiro do ano seguinte, quando a empresa passa a ser Microempresa (ME) no Simples Nacional. A diferença de imposto sobre o valor que passou do limite é paga junto com o DAS de janeiro. Se o faturamento passar de R$ 97.200 (mais de 20% acima do limite), o desenquadramento é retroativo a 1º de janeiro do próprio ano do excesso (ou à data de abertura, no primeiro ano), e os tributos passam a seguir a regra geral do Simples Nacional desde essa data. Nos dois casos, a comunicação deve ser feita até o último dia útil do mês seguinte ao do excesso.

Sacoleira que compra no Brás ou no Bom Retiro pode ser MEI?

Sim. Comprar no atacado no Brás, Bom Retiro, Feira da Madrugada ou qualquer outro polo de moda e revender para suas clientes é exatamente o modelo de negócio da sacoleira, que é permitido como MEI. Com o CNPJ, você pode comprar de fornecedores que exigem CNPJ e pedir nota fiscal de entrada, o que facilita o controle financeiro do seu negócio.


Você Já Trabalha Como Revendedora — Agora é Hora de Trabalhar com CNPJ

Organizar as araras, selecionar as peças, atender as clientes, postar no Instagram, ir até a feira no sábado de manhã. Você já faz tudo isso com dedicação. O MEI não vai mudar a sua rotina radicalmente. Ele vai só colocar um nome oficial em algo que você já faz muito bem.

Com o CNPJ, a revendedora ganha acesso a fornecedores que exigem CNPJ, pode emitir nota fiscal e passa a ter cobertura do INSS. O cadastro é gratuito, pelo Portal do Empreendedor.


NOTA INFORMATIVA: As informações sobre CNAEs permitidos para MEI e as regras de enquadramento são atualizadas periodicamente pelo governo federal. A lista de atividades permitidas pode mudar a cada ano. Antes de abrir o seu MEI como revendedora de roupas, verifique a lista atualizada no Portal do Empreendedor (gov.br/mei) e, se tiver dúvidas, consulte uma contadora especializada em MEI e pequenos negócios, principalmente se você compra de fornecedores atacadistas em grande volume ou atua em mais de um canal de venda ao mesmo tempo.

📚 Fontes consultadas: Portal do Empreendedor — gov.br/mei; Tabela de CNAEs permitidos para MEI (Resolução CGSN); SEBRAE — Guia do MEI; Receita Federal do Brasil — Perguntas e Respostas sobre MEI; Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) — IBGE.

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Fernanda Albuquerque é especialista em conteúdos sobre MEI e empreendedorismo feminino. É a criadora do meiparamulheres.com.br, um blog dedicado a ajudar mulheres a entenderem o MEI de forma simples, prática e sem burocracia.

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